Entrevista de Paulo Henrique Amorim em NovaE, vale a pena refletir sobre este tema que influencia o rumo da nossa sociedade. Abaixo trecho que considero expressar bem nossa situação, inumeras faculdades onde o vestibular é o holerite do pai e o nome limpo no Serasa, ou universidades públicas cheias de mauricinhos a procura de um diploma.
(...)Agora só existe jornalista de classe média - não tem mais um proletário nas redações. Quando comecei a trabalhar em jornal, trabalhei com muitos proletários e filhos de proletário. E isso não tem mais - é tudo mauricinho. E eles próprios são mais conservadores que seus patrões.
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