19 outubro, 2010
07 outubro, 2010
Não adianta chorar, ele é o Cara!
30 setembro, 2010
A onda da calúnia e a perda da dignidade
O desespero pode tirar a dignidade das pessoas, e sinto realmente muita tristeza pela falta de senso político e social de grupos mal intencionados por disseminar calunias e denuncismos às vésperas de eleições, alheio às discussões sérias e ao bem comum.
Espanta-me que setores da sociedade achem justo um trabalhador ganhar R$ 830,00 mensais (com hora extra), e acharem injusto benefícios sociais para dar dignidade mínima para o cidadão. É claro uma inversão de valores, pois
o patrão tem que esfolar o funcionário, com salários medíocres e esforços sobrenaturais, principalmente se ele for porteiro, faxineiro, zelador, lixeiro e por aí vai, pois estes são insignificantes, frutos da escravidão
e do coronealismo, que nunca deveriam ter tido o direito de votar, comer ou ir no cinema. A margem da sociedade foi idealizada pelos senhores feudais para isto. Para que gás? Para que transporte?
Respeita-se mais os valores impostos pela imprensa e mídia, dominada por grupos interessados em consolidar o poder, do que na humanização e respeito às pessoas. Todos tem o mesmo valor, do patrão ao empregado, do presidente ao desempregado, tem lugar e pode-se conviver em harmonia.
Impossível imaginar que um governo com aprovação de 80% das pessoas, que sejam formados de somente nordestinos e beneficiários de bolsas. Será injusto também as bolsas de estudo e os financiamentos estudantis? Será injusto o aumento ao crédito para as pessoas de todas as classes terem direito de comprar a casa própria? Será que estabilidade econômica é tão somente sorte?
Por fim, preconceito e descriminação é o maior mal da sociedade, por isto peço que indiferente da escolha política, pois a democracia nos permite identificar e depositar nossos anseios a quem quisermos, reflitam e não
dêem espaço para ignorantes e preconceituosos disseminarem a intolerância pelos meios de comunicação.
Sou a favor da expressão de ideias e a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e feliz, pois somente por isto fale-se viver. (JFF)
29 setembro, 2010
Fazendo escolhas
De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
A premissa da democracia eleitoral, na sua acepção contemporânea, é a liberdade do eleitor para definir seu voto. Cada um faz o que quer com ele. Consulta a consciência, toma sua decisão e a deposita na urna (no Brasil, digita o número de seu escolhido). Uns não são mais livres que outros. Ninguém é obrigado a votar como os demais e nem a selecionar seus preferidos da mesma maneira que os outros.
Não cabe discutir critérios de escolha. Não existe o modo certo de votar e o errado. Algumas pessoas definem seu voto levando em conta elementos que outras desconsideram. É possível que uns pensem ser fundamental algo que outros têm certeza que é irrelevante. Só os muito arrogantes acham que todos deveriam usar o critério deles.
Daqui a três dias, faremos uma eleição presidencial diferente das anteriores. Nela, os eleitores estão sendo convidados a pensar de uma nova maneira: avaliar os candidatos pelo que representam e não pelo que são no plano pessoal.
Nossa cultura política sempre privilegiou a personalidade e as características pessoais dos candidatos como elementos diferenciadores na tomada das decisões de voto. Até hoje, quando se pergunta, nas pesquisas de opinião, o que é mais importante na hora de escolher determinado indivíduo para um cargo (especialmente no Executivo), a maioria dos entrevistados responde sem titubear: “a pessoa do candidato”.
Essa primazia da dimensão individual leva a que as campanhas se transformem em passarelas nas quais os candidatos desfilam, disputando os olhares e as preferências. Qual o mais preparado? Quem fala melhor? Qual o mais “preocupado com os pobres”, o mais “maduro”, o “mais honesto”?
É um modelo de decisão ingênuo e estressante para o eleitor comum. Que certeza pode ter de que consegue enxergar o “íntimo” dos candidatos, seus verdadeiros sentimentos? Como escolher, se todos se metamorfoseiam naquilo que procura? Se todos se exibem de maneira parecida e falam coisas praticamente idênticas (pois todos mandam fazer pesquisas de “posicionamento” e se orientam por elas)? Como separar o joio do trigo, o bom candidato do mau?
Nestas eleições, muita gente ainda pensa dessa maneira, mas há uma nova, posta na mesa pelo principal ator de nosso sistema político. Nela, o foco da escolha deixa de ser o artista e passa a ser a obra.
Por muitas razões, Lula foi levado a apresentar essa proposta ao eleitorado. Talvez porque não tivesse, do seu lado, a opção da candidatura de um “notável”, talvez porque calculasse que teria mais sucesso desse modo, ele terminou propondo uma mudança na lógica da escolha. Ao invés de cotejar biografias e personalidades, que a eleição fosse uma comparação dos resultados obtidos pelos partidos no exercício do poder.
Goste-se ou não de Lula, essa proposta é uma inovação em nossa cultura. Ela oferece uma base racional para a escolha, na qual várias ilusões saem de cena. O mito do “herói solitário”, do “candidato do bem”, capaz de reformar sentimentos e prioridades, é apenas um, mas dos mais importantes. Chegou a eleger um presidente há 20 anos.
A candidatura Dilma foi sempre o inverso disso. Ela convocou as pessoas a considerá-la pelo que representava, não por seus atributos pessoais. Sua mensagem era clara: “Olhe para o que proponho, para quem está comigo, para o que fizemos no governo, de certo e de errado. Faça o mesmo com meu adversário principal. Compare e decida”.
Serra começou a campanha acreditando que os eleitores continuariam a pensar com o modelo de antes, baseado na disputa de biografias. Sua experiência e história bastariam para elegê-lo, se isso ocorresse.
Visivelmente, a hipótese não se confirmou. A vasta maioria do eleitorado até admite que seu currículo é melhor que o de Dilma. Mas pensa em votar levando em conta outros fatores.
Nestes últimos dias, uma nova encarnação da forma antiga de escolher está em voga: a “onda Marina”. Ela tem tudo que conhecemos de algumas candidaturas do passado: a “solidão”, a “sinceridade”, a “boa vontade”. Perguntada sobre como governaria, é franca: com os “bons” dos dois lados. Ou seja, está sozinha.
Só um romantismo quase pueril acreditaria que é possível governar assim. Mas é tão arraigada a fantasia a respeito das “pessoas de bem que mudam o mundo da política” que muita gente, especialmente na classe média metropolitana, se seduz por ela.
O “povão”, mais realista, olha isso tudo com descrença.
Extraido do Blog do Noblat.
09 agosto, 2010
Blog do Nassif: Com direito de resposta para o PT, TSE ensina jornalismo a Veja
Foi necessário a Justiça Eleitoral atender a um pedido do maior partido político brasileiro, para o estado de direito e o jornalismo começarem a ganhar algum espaço na Veja.
Ao longo dos últimos anos, a revista praticou toda sorte de abusos, de acusações falsas ou não comprovadas, assassinou e fabricou reputações, de acordo com suas conveniências de ordem comercial e/ou política.
Há muito tempo deveria ter sido enquadrada. Não para impedir o exercício da liberdade de imprensa, mas para impor um mínimo de responsabilidade à máquina de assassinar reputações em que ela se converteu.
A facilidade de mentir, acusar, achincalhar, adquiriu níveis epidêmicos na revista. Especialmente devido à blindagem da Primeira Instância na Vara de Pinheiros, atrasando por anos a condenação da revista, impedindo o direito de resposta imediato - a rapidez do direito de resposta é diretamente proporcional à sua eficácia.
Agora, condenada a publicar o Direito de Resposta do PT, confira-se a matéria da revista sobre os fundos de pensão: é evidente que os advogados passaram a ler as matérias, antes de sair, para evitar mais condenações.
Duas edições antes, a revista afirmava peremptoriamente que havia um grupo de inteligência da campanha de Dilma montando dossiês contra adversários. Esse grupo teria sido o responsável pelo suposto vazamento da declaração de Eduardo Jorge.
Nesta semana, depois da decisão do TSE, a matéria não fala mais em dossiês preparados pela campanha de Dilma, mas em "grupo do partido ligado à campanha de Dilma", suficientemente vago para impedir uma nova ação.
Mas adiante, diz que Eduardo Jorge "teve seu sigilo fiscal quebrado, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime". Eduardo Jorge "suspeita também que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi quebrado". Tudo no condicional, sem afirmações peremptórias, sem acusações gratuitas, antes de dispor de provas.
Por Luis Nassif, em seu blog
15 maio, 2010
Dilma na frente no Vox Populi
De agora em diante os ataques serão maiores, pois a disputa tende a ser equilibrada, tomara que não baixe o nível, mais do que já está.
04 maio, 2010
Veja só... Tá na cara...
03 maio, 2010
As Criadas no dia do Trabalho

Pessoal, para não passar o feriadão sem uma comemoração, eu e a Dami, descobrimos por acaso um evento cultural em São Chico, uma peça com nome sugestivo para a data... "As Criadas"
Tradução: Flávia Mara de Macedo e Eleonora Castelli. Com supervisão de Celso Nunes, a partir da obra de Jean Genet 'Les Bonnes'.
Direção Artística: Celso Nunes
Apertem os cintos, a manchete sumiu!

29 abril, 2010
Porto é estratégico?

Camaradas, uma das primeiras medidas que Serra teria seria fosse eleito (para quem acredita em Papai Noel), seria acabar com a Secretaria Especial de Portos (SEP), que tem status de ministério.
28 abril, 2010
Eu sempre torço pelo touro!
Propaganda é a alma do negócio
Campanha política é algo cada vez mais profissional, quem ficar no saudosismo ideológico, vai ficar para trás. 27 abril, 2010
E Ciro não vai...

Agora no Twitter
26 abril, 2010
E o Ciro?
23 abril, 2010
Agora vai!

De agora em diante entidades maléficas tentarão entrar nas casas e se aproximar com a velha tática do cabelo lambido, camisa com as mangas arregaçadas, cestas básicas e aquele cheiro de pássaro bicudo com enxofre.
Do céu dos tucanos ao inferno dos demos, com o apoio de Globos e Vejas, as táticas de guerra vão atingir níveis astronômicos de cinismos, ataques e agressões.
Vamos nos preparar e sem medo de ser feliz lutar para não perdermos o rumo do desenvolvimento social.
O que sempre me motivará é a esperança de ver um mundo melhor, com menos desigualdade e repleto de paz.


