07 outubro, 2010

Não adianta chorar, ele é o Cara!

Caros,

Convido-os para reflexão e comparação entre gestões, de maneira a sugerir que os provedores e divulgadores das mentiras, exponham quais as principais realizações do governo Demotucano de FHC, que teve os mesmos 8 anos no poder. Como era antes e como está agora?

A Direita raivosa insiste em utilizar métodos injustos e desqualificados para tomar o poder, não tiveram competência de institucionalizar uma oposição política no mandato do Presidente Lula e agora despejam bobagens, injúrias e preconceitos por e-mails, apoiada por uma imprensa comercial, partidária e parcial.

Enquanto o governo Demotucano se preocupou em fortalecer as oligarquias, coronéis, ranços da ditadura (PFL), promovendo privatizações com compadres e aumentando a dependência do Brasil ao FMI, o governo Lula virou a história.

Pela relevância internacional que conquistou, nenhum governante conseguiu dar tanto peso ao Brasil no exterior e colocar o país como líder dos emergentes, a ponto de o presidente americano, Barack Obama, dizer na cúpula do G20 em Londres o ano passado que Lula "é o cara", além de o definir como "o político mais popular da terra".

No ano passado, Lula foi eleito "personagem ibero-americano do ano" pelo diário espanhol "El País" e "personalidade do ano" pelo francês "Le Monde", e foi incluído na lista das 50 personalidades da década pelo britânico "Financial Times".(portal Terra)

E isto se deu por algumas razões:


A inversão de valores que se impõe, quer que as pessoas pensem que foi errado lutar pela liberdade e contra a ditadura, os programas sociais são esmolas, que o aumento de crédito habitacional é desnecessário, que milhões de pessoas saindo da miséria é exagero, que o aumento real do salário é ruim para o patrão então é ruim para todos, entre tantos e tantos assuntos disseminados por quem não quer ver o Brasil melhor.
Defendo o debate para que as pessoas não sejam erroneamente influenciados a acreditar novamente somente no patrão, que quer um povo cada vez mais submisso e alienado. Cuidado, pois atras de pensamentos reacionários e pretensos conservadores, vem aí sim, a falta de liberdade de expressão e o cabresto.
Temos a oportunidade nas nossas mãos de manter políticas sociais abrangentes, crescimento econômico, desenvolvimento sustentável e um país cada vez melhor, é por isto que contra a baixaria e desespero temos que votar na Dilma.

Por fim, peço para as pessoas de bem, que não gostam de fofocas, insultos e injustiças (pensem que se fosse com você ou alguém próximo como reagiria), ao receber informações, que procurem pesquisar se os textos, fotos e vídeos são reais e de fontes confiáveis, não acreditem amplamente em um único meio de comunicação, existe vida inteligente e crítica sem ser a Globo, Veja, Folha de São Paulo, Estadão e RBS, abaixo além de me identificar, o texto será postado em meu Blog, para que ao acaso seja modificado e criado calúnias, o original poderá ser consultado. Incluo também alguns links das fontes que costumo consultar.

João Felipe Folquening

Não repassem textos sem identificação da fonte, você pode estar propagando um crime.

http://gmpconsult.com.br/blogdolen/?p=288
Banco Central do Brasil
Portal Brasil
IBGE
DIEESE
Conselho Regional de Economia de São Paulo.
MTE/CAGED
http://www.conversaafiada.com.br/
www.luisnassif.com.br
http://www.advivo.com.br/
www.novae.inf.br
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4707175-EI294,00-Nunca+antes+na+historia+do+Brasil+houve+um+presidente+como+Lula.html

30 setembro, 2010

Tucano barra 6ª pesquisa no Paraná. E já mira a 7ª

Tucano barra 6ª pesquisa no Paraná. E já mira a 7ª

A onda da calúnia e a perda da dignidade


Nesta reta final de campanha, o que não faltam é mensagens circulando pelos e-mails com difamações, denuncias, preconceitos e aberrações. Ontem recebi um que dizia que um Porteiro pediu para ser mandado embora para o patrão, alegando que desempregado e com os "bolsas esmola" ele ganharia mais... ora, ora, ora... mandei a resposta abaixo e compartilho para meus milhões de leitores (rs):

Meus Amigos,

O desespero pode tirar a dignidade das pessoas, e sinto realmente muita tristeza pela falta de senso político e social de grupos mal intencionados por disseminar calunias e denuncismos às vésperas de eleições, alheio às discussões sérias e ao bem comum.

Espanta-me que setores da sociedade achem justo um trabalhador ganhar R$ 830,00 mensais (com hora extra), e acharem injusto benefícios sociais para dar dignidade mínima para o cidadão. É claro uma inversão de valores, pois
o patrão tem que esfolar o funcionário, com salários medíocres e esforços sobrenaturais, principalmente se ele for porteiro, faxineiro, zelador, lixeiro e por aí vai, pois estes são insignificantes, frutos da escravidão
e do coronealismo, que nunca deveriam ter tido o direito de votar, comer ou ir no cinema. A margem da sociedade foi idealizada pelos senhores feudais para isto. Para que gás? Para que transporte?

Respeita-se mais os valores impostos pela imprensa e mídia, dominada por grupos interessados em consolidar o poder, do que na humanização e respeito às pessoas. Todos tem o mesmo valor, do patrão ao empregado, do presidente ao desempregado, tem lugar e pode-se conviver em harmonia.

Impossível imaginar que um governo com aprovação de 80% das pessoas, que sejam formados de somente nordestinos e beneficiários de bolsas. Será injusto também as bolsas de estudo e os financiamentos estudantis? Será injusto o aumento ao crédito para as pessoas de todas as classes terem direito de comprar a casa própria? Será que estabilidade econômica é tão somente sorte?

Por fim, preconceito e descriminação é o maior mal da sociedade, por isto peço que indiferente da escolha política, pois a democracia nos permite identificar e depositar nossos anseios a quem quisermos, reflitam e não
dêem espaço para ignorantes e preconceituosos disseminarem a intolerância pelos meios de comunicação.

Sou a favor da expressão de ideias e a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e feliz, pois somente por isto fale-se viver. (JFF)

Ilustração do blog Conversa Afiada, vale muito a pena acompanhar o Paulo Henrique Amorim (http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/09/30/ligacao-serra-gilmar-pode-melar-a-eleicao/)

29 setembro, 2010

De Cara Nova

A meta é disciplina!

Fazendo escolhas

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

A premissa da democracia eleitoral, na sua acepção contemporânea, é a liberdade do eleitor para definir seu voto. Cada um faz o que quer com ele. Consulta a consciência, toma sua decisão e a deposita na urna (no Brasil, digita o número de seu escolhido). Uns não são mais livres que outros. Ninguém é obrigado a votar como os demais e nem a selecionar seus preferidos da mesma maneira que os outros.

Não cabe discutir critérios de escolha. Não existe o modo certo de votar e o errado. Algumas pessoas definem seu voto levando em conta elementos que outras desconsideram. É possível que uns pensem ser fundamental algo que outros têm certeza que é irrelevante. Só os muito arrogantes acham que todos deveriam usar o critério deles.

Daqui a três dias, faremos uma eleição presidencial diferente das anteriores. Nela, os eleitores estão sendo convidados a pensar de uma nova maneira: avaliar os candidatos pelo que representam e não pelo que são no plano pessoal.

Nossa cultura política sempre privilegiou a personalidade e as características pessoais dos candidatos como elementos diferenciadores na tomada das decisões de voto. Até hoje, quando se pergunta, nas pesquisas de opinião, o que é mais importante na hora de escolher determinado indivíduo para um cargo (especialmente no Executivo), a maioria dos entrevistados responde sem titubear: “a pessoa do candidato”.

Essa primazia da dimensão individual leva a que as campanhas se transformem em passarelas nas quais os candidatos desfilam, disputando os olhares e as preferências. Qual o mais preparado? Quem fala melhor? Qual o mais “preocupado com os pobres”, o mais “maduro”, o “mais honesto”?

É um modelo de decisão ingênuo e estressante para o eleitor comum. Que certeza pode ter de que consegue enxergar o “íntimo” dos candidatos, seus verdadeiros sentimentos? Como escolher, se todos se metamorfoseiam naquilo que procura? Se todos se exibem de maneira parecida e falam coisas praticamente idênticas (pois todos mandam fazer pesquisas de “posicionamento” e se orientam por elas)? Como separar o joio do trigo, o bom candidato do mau?

Nestas eleições, muita gente ainda pensa dessa maneira, mas há uma nova, posta na mesa pelo principal ator de nosso sistema político. Nela, o foco da escolha deixa de ser o artista e passa a ser a obra.

Por muitas razões, Lula foi levado a apresentar essa proposta ao eleitorado. Talvez porque não tivesse, do seu lado, a opção da candidatura de um “notável”, talvez porque calculasse que teria mais sucesso desse modo, ele terminou propondo uma mudança na lógica da escolha. Ao invés de cotejar biografias e personalidades, que a eleição fosse uma comparação dos resultados obtidos pelos partidos no exercício do poder.

Goste-se ou não de Lula, essa proposta é uma inovação em nossa cultura. Ela oferece uma base racional para a escolha, na qual várias ilusões saem de cena. O mito do “herói solitário”, do “candidato do bem”, capaz de reformar sentimentos e prioridades, é apenas um, mas dos mais importantes. Chegou a eleger um presidente há 20 anos.

A candidatura Dilma foi sempre o inverso disso. Ela convocou as pessoas a considerá-la pelo que representava, não por seus atributos pessoais. Sua mensagem era clara: “Olhe para o que proponho, para quem está comigo, para o que fizemos no governo, de certo e de errado. Faça o mesmo com meu adversário principal. Compare e decida”.

Serra começou a campanha acreditando que os eleitores continuariam a pensar com o modelo de antes, baseado na disputa de biografias. Sua experiência e história bastariam para elegê-lo, se isso ocorresse.

Visivelmente, a hipótese não se confirmou. A vasta maioria do eleitorado até admite que seu currículo é melhor que o de Dilma. Mas pensa em votar levando em conta outros fatores.

Nestes últimos dias, uma nova encarnação da forma antiga de escolher está em voga: a “onda Marina”. Ela tem tudo que conhecemos de algumas candidaturas do passado: a “solidão”, a “sinceridade”, a “boa vontade”. Perguntada sobre como governaria, é franca: com os “bons” dos dois lados. Ou seja, está sozinha.

Só um romantismo quase pueril acreditaria que é possível governar assim. Mas é tão arraigada a fantasia a respeito das “pessoas de bem que mudam o mundo da política” que muita gente, especialmente na classe média metropolitana, se seduz por ela.

O “povão”, mais realista, olha isso tudo com descrença.

Extraido do Blog do Noblat.


09 agosto, 2010

Blog do Nassif: Com direito de resposta para o PT, TSE ensina jornalismo a Veja

Foi necessário a Justiça Eleitoral atender a um pedido do maior partido político brasileiro, para o estado de direito e o jornalismo começarem a ganhar algum espaço na Veja.

Ao longo dos últimos anos, a revista praticou toda sorte de abusos, de acusações falsas ou não comprovadas, assassinou e fabricou reputações, de acordo com suas conveniências de ordem comercial e/ou política.

Há muito tempo deveria ter sido enquadrada. Não para impedir o exercício da liberdade de imprensa, mas para impor um mínimo de responsabilidade à máquina de assassinar reputações em que ela se converteu.

A facilidade de mentir, acusar, achincalhar, adquiriu níveis epidêmicos na revista. Especialmente devido à blindagem da Primeira Instância na Vara de Pinheiros, atrasando por anos a condenação da revista, impedindo o direito de resposta imediato - a rapidez do direito de resposta é diretamente proporcional à sua eficácia.

Agora, condenada a publicar o Direito de Resposta do PT, confira-se a matéria da revista sobre os fundos de pensão: é evidente que os advogados passaram a ler as matérias, antes de sair, para evitar mais condenações.

Duas edições antes, a revista afirmava peremptoriamente que havia um grupo de inteligência da campanha de Dilma montando dossiês contra adversários. Esse grupo teria sido o responsável pelo suposto vazamento da declaração de Eduardo Jorge.

Nesta semana, depois da decisão do TSE, a matéria não fala mais em dossiês preparados pela campanha de Dilma, mas em "grupo do partido ligado à campanha de Dilma", suficientemente vago para impedir uma nova ação.

Mas adiante, diz que Eduardo Jorge "teve seu sigilo fiscal quebrado, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime". Eduardo Jorge "suspeita também que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi quebrado". Tudo no condicional, sem afirmações peremptórias, sem acusações gratuitas, antes de dispor de provas.

Por Luis Nassif, em seu blog

15 maio, 2010

Dilma na frente no Vox Populi

Pela primeira vez uma pesquisa mostra a pré candidata do PT na frente do pré candidato tucano. 37% à 34%, o que fica no empate técnico, a Marina está em 3º com 7%. Na pesquisa espontânea Lula fica em terceiro com 10%.
De agora em diante os ataques serão maiores, pois a disputa tende a ser equilibrada, tomara que não baixe o nível, mais do que já está.

04 maio, 2010

Veja só... Tá na cara...

José Serra bateu o martelo: quem comandará a área de imprensa de sua campanha será Márcio Aith, ex-editor executivo de VEJA e atualmente repórter especial da Folha de S. Paulo.

03 maio, 2010

As Criadas no dia do Trabalho


Pessoal, para não passar o feriadão sem uma comemoração, eu e a Dami, descobrimos por acaso um evento cultural em São Chico, uma peça com nome sugestivo para a data... "As Criadas"

Ainda fica mais sugestivo pelo fato da peça tratar da obsessão de duas empregadas de se livrar da patroa. Esta vontade passa por muitas cabeças pelo menos uma vez na vida.

No mais, sem querer ser um crítico, apenas para comentário pessoal sem embasamento técnico, gostei do formato cenográfico, a platéia no palco gerou expectativa de interatividade com elenco, coisa que não aconteceu. O ritmo e o texto truncado deixaram a peça arrastada e algumas intervenções foram desnecessárias ou até exageradas.

Gostei do esforço das atrizes, mas me lembrou muito as peças do FENATA (Festival Nacional de Teatro Amador da Universidade Estadual de Ponta Grossa), onde a diferença é que esta peça era profissional.

Toda iniciativa cultural é importante, e imagino que a quantidade faz a diferença, portanto é necessário mais iniciativas para que o público acostume em aproveitar a agenda cultural da Cidade, e também os agentes culturais aprendam a divulgar.

Texto 'As Criadas': Jean Genet
Tradução: Flávia Mara de Macedo e Eleonora Castelli. Com supervisão de Celso Nunes, a partir da obra de Jean Genet 'Les Bonnes'.
Direção Artística: Celso Nunes
Elenco: Mariane Feil, Sheila Sabag e Marta Nora
foto: Divulgação

Apertem os cintos, a manchete sumiu!


Incrível!!! Matéria postada no site NovaE (www.novae.inf.br), a folha publicou manchetes diferentes em São Paulo e no resto do país. A matéria sobre o aumento do indíce de criminalidade de São Paulo sequer apareceu na edição nacional.

Isto é no mínimo suspeito, será que para o resto do país não é interessante saber como um governo que critica a segurança pública nacional, inclusive sugerindo um novo ministério, não consegue controlar sua casa?


29 abril, 2010

Porto é estratégico?


Camaradas, uma das primeiras medidas que Serra teria seria fosse eleito (para quem acredita em Papai Noel), seria acabar com a Secretaria Especial de Portos (SEP), que tem status de ministério.

Se do jeito que está, já é difícil, imagina se tirarem a atenção deste meio logístico tão importante para a economia brasileira.

Ao contrário, é necessário implementar ou fortalecer políticas para que ações desenvolvam o setor e investimentos mais que necessários sejam feitos para diminuir este gargalo logístico.

Desconfio que o modelão da tucanada de privatização não seja mesmo necessário um ministério para a pasta.

28 abril, 2010

Eu sempre torço pelo touro!


E pensar que aqui em Santa Catarina os bichos podiam fazer o mesmo com os "tradicionalistas" da farra do boi e da puxada.

Um dia estas coisas tem que acabar, os bichos não tem culpa da ignorância de seus "donos".


E essa camisa?


Quem gostou? É diferente... é questão de costume. R$ 169,90 na internet...

Propaganda é a alma do negócio

Campanha política é algo cada vez mais profissional, quem ficar no saudosismo ideológico, vai ficar para trás.

Reportagem da Folha Online (www.folha.com.br), cita uma palestra do publicitário Duda Mendonça que aconteceu na terça (27/04), e abaixo alguns trechos.

"Por que eu votaria na Dilma? Ou por que eu votaria no Serra? É a primeira pergunta fundamental. Tudo começa aí. Acabou-se o tempo em que a formação de opinião era de cima para baixo. O povo na base, e os artistas e intelectuais tinham uma opinião e saía na imprensa. A pirâmide virou de cabeça para baixo. Quem gera a opinião marcante que muda o voto é um igual, um colega de trabalho. A palavra mais importante é argumento. A palavra mágica em eleição hoje é argumento."

.... Duda afirmou que a imprensa dimensiona erradamente o papel do marqueteiro. "É uma profissão dura, para quem gosta de competir. É uma responsabilidade enorme lidar com a imagem dos outros. Quando você lida com a sua [imagem], você corre os riscos de dizer uma bobagem ou não. É exagerada a capacidade de poder que a imprensa dá a gente. É um trabalho de sensibilidade, de buscar conhecer a alma do povo."

...Respondeu à velha questão sobre se eleger um candidato é semelhante a vender sabonete: "Não existe um público eleitor e um público consumidor. Existe um público, que pensa, que sofre, que tem ambições, expectativas. A velha polêmica: trabalhar para um candidato é a mesma coisa que vender um sabonete? Sim e não. O sabonete não fala, esta é a vantagem. Pode mudar o perfume. O candidato você não pode modificá-lo demais. Pode até ajeitá-lo com a roupa, fazer a barba direitinho. Mas não pode mudar tudo."

27 abril, 2010

E Ciro não vai...


Segue trecho do texto do Ciro sobre a decisão do partido de não lança-lo candidato a presidência... Acho que seria um ótimo vice para a Dilma... Gosto do Cara!

" Meu entusiasmo, e o nível de meu modesto engajamento, entretanto, compreendam-me, por favor, meus companheiros, irão depender do encaminhamento, pelo partido, de minhas preocupações com o Brasil, com nossa falta de um projeto estratégico de futuro, com a deterioração ética generalizada de nossa prática política, com a potencial e precoce esclerose de nossa democracia"

Agora no Twitter



Então, para não ficar fora de moda, aderi ao Twitter... agora tenho que aprender! Para não perder o costume de postar coisas do Benett, o melhor cartunista que conheço pessoalmente...

26 abril, 2010

E o Ciro?


O Estadão informou hoje que o PSB estaria retalhando o Ciro, por estar vidrado na candidatura a presidência, mas a tarde foi divulgado nota no site do partido desmentindo a matéria... Será?

23 abril, 2010

Agora vai!



Este blog está no ar desde 2006, e o motivo de sua criação foi a festa democrática, e novamente prestes a mais uma peleja eleitoral, fico entusiasmado a voltar a escrever e comentar textos que encontro por aí.

De agora em diante entidades maléficas tentarão entrar nas casas e se aproximar com a velha tática do cabelo lambido, camisa com as mangas arregaçadas, cestas básicas e aquele cheiro de pássaro bicudo com enxofre.


Do céu dos tucanos ao inferno dos demos, com o apoio de Globos e Vejas, as táticas de guerra vão atingir níveis astronômicos de cinismos, ataques e agressões.


Vamos nos preparar e sem medo de ser feliz lutar para não perdermos o rumo do desenvolvimento social.


O que sempre me motivará é a esperança de ver um mundo melhor, com menos desigualdade e repleto de paz.